18 de outubro de 2021
Arquitetura é abrigo

Arquitetura é abrigo

A conversa do “Conversa na rede” de 12/07/2021 foi entre três pessoas que trazem Brasília em suas histórias pessoais. De um lado, Alceu Nader e Ney Flávio Meirelles viveram por determinado período na Capital Federal; de outro, o arquiteto e urbanista. Sérgio Jatobá, confessadamente um apaixonado pela cidade.
A conversa com Jatobá revê como mote a arte da arquitetura em construir abrigos – “a primeira noção de casa”, como lembra o entrevistado em sua primeira intervenção – mas foi muito além, passando pelo urbanismo nos tempos de pandemia até a evolução do ajuntamento de casas para a formação de cidades e metrópoles.

“Arquitetura é uma forma de estruturar coisas, tanto no plano físico, material, quanto no ponto de vista conceitual”, define Sérgio Jatobá.
Leia e assista, agora, alguns dos melhores momentos do programa.

Arquitetos também combatem pandemias

Mas, como seria inevitável, a pandemia entrou na conversa, com a lembrança de que, no passado, houve intensa troca de informações entre médicos, engenheiros e arquitetos no enfrentamento a doenças epidêmicas, como a tuberculose, por exemplo. Hoje, na era da covi-19, não poderia ser diferente.


G-e-n-t-r-i-f-i-c-a-ç-ã-o – o que é isso?

Você certamente já viu, mas não sabia que tinha esse nome. Trazida do inglês para o jargão arquitetônico, gentrificação tem significado próprio para os arquitetos e urbanistas e tem múltiplos desdobramentos na vida de uma cidade e seus habitantes, como explica Sérgio Jatobá.


Pedregulho, um marco na paisagem do Rio

O parisiense Affonso Eduardo Reidy, criado no Brasil desde menino, fincou no bairro de São Cristovão, no Rio de Janeiro, os pilares da moderna arquitetura brasileira que inspiraram Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, quase vinte anos depois, para projetar Brasília.


Cidade de 15 minutos – o que é isso?

Lúcio Costa aprofundou as ideias lançadas por Reidy no Rio de Janeiro, mas o que parecia uma solução genial acabou sendo vencida pelo Brasil real da enorme discrepância de renda e da muralha entre ricos e pobres. Resultado: Brasília é uma das cidades mais dispersas do mundo. E agora? Como ficam as ideias de 50 anos atrás com o teletrabalho e a mobilidade urbana?


O horizonte sempre está presente em Brasília
Sérgio fala sobre seu livro – “Brasília, cidade construída na linha do horizonte”, reafirma sua ligação com a arte lembra de Clarice Lispector e registra: isso não é por acaso.

Você pode ver a entrevista na íntegra, clicando aqui.

Escrito por
Alceu Nader